Comunicação com o aluno por push, e-mail e WhatsApp
As mensagens saem sozinhas dos eventos que o sistema já conhece.
Avisar é trabalho manual quando o sistema não sabe de nada
Cancelar a aula das 6h por causa de chuva significa alguém acordar cedo para mandar mensagem em várias conversas. Avisar que o treino da semana já está publicado significa alguém abrir a lista e digitar. Perguntar por quem sumiu raramente acontece, porque ninguém está olhando. Não é falta de vontade: é que o aviso depende de uma pessoa perceber um fato que o sistema já conhecia.
Mensagem disparada por evento
A comunicação sai do que já está registrado: aula cancelada ou remarcada, troca de sala, ciclo novo publicado, sessão que o aluno não marcou como feita, aluno sem check-in há um período que a academia define. O canal acompanha a urgência — push para o que é do dia, e-mail para o que precisa ficar guardado, WhatsApp para o que precisa de resposta. Cada envio fica no histórico do aluno.
Menos digitação, mais retorno
O aviso deixa de depender de quem estava na recepção naquele momento. O aluno para de descobrir que a aula foi cancelada na porta da academia. E o tempo que sobra volta para a conversa que só uma pessoa pode ter: a de quem está pensando em sair.
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Conta quantos alunos você tem e como cobra hoje. A gente responde o que muda e o que não muda.