Garmin e Apple Watch: o treino vai para o relógio

Ler a atividade concluída e escrever o treino estruturado no relógio.

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Importar atividade é só metade do caminho

Quase toda plataforma sabe puxar a corrida que já foi feita e desenhar o gráfico dela. Isso ajuda a analisar depois e não ajuda em nada durante. O atleta continua saindo de casa com o treino na cabeça ou num print, contando volta e olhando o relógio para tentar acertar o pace que o coach pediu. A parte difícil do intervalado não é registrar: é executar sem errar o alvo.

Sessão prescrita

Quarta · Intervalado longo

Microciclo 3 · Semana de choque

10 km
  1. Aquecimento

    15 min trote leve

    Zona 1–2
  2. Educativo

    4 x 100 m

    Técnica
  3. Intervalado

    6 x 1.000 m

    4:05 /km
  4. Recuperação

    2 min entre tiros

    Zona 2
  5. Volta à calma

    10 min trote

    Zona 1

Estruturada assim, a sessão sai da tela e vai para o relógio do atleta.

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As duas direções, e a que importa é a escrita

Na leitura, a atividade concluída chega com pace, frequência cardíaca, distância e trajeto, completa a sessão prescrita e alimenta a análise do ciclo. Na escrita, a prescrição estruturada é enviada para o relógio: cada bloco vira um passo com duração e alvo, e o aparelho conduz o atleta com aviso de início e de fim, faixa de pace e zona de FC. Essa segunda direção é a que muda o treino, e é justamente a que quase ninguém entrega no Brasil.

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O atleta conecta a própria conta

A conexão é feita pelo atleta, com a conta dele, e ele aceita explicitamente os termos e a política que cobrem essa transmissão. Dado de treino é dado de saúde, e o consentimento específico é o que a LGPD exige e a única forma honesta de tratar isso. A conexão pode ser desfeita por ele a qualquer momento, sem passar pela academia.

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