Aula experimental: do agendamento público até o aluno entrar
Link público para agendar, ficha criada sozinha, acompanhamento até ele entrar.
O lead que ninguém retornou
A coisa mais cara que uma academia pequena faz é esquecer de dar retorno. A pessoa manda mensagem no Instagram no domingo, alguém responde na terça, ela já fechou em outro lugar. Quem aparece para a experimental é anotado num papel na recepção e nunca mais recebe contato. O esforço de atrair já foi feito; o que falta é o processo depois dele.
Link público, ficha automática
A academia publica um link com os horários que aceitam visitante. O interessado escolhe o dia, deixa nome e contato e recebe a confirmação. A ficha dele já nasce no sistema, ligada à turma que ele vai visitar, então o professor sabe que vai ter alguém novo na sala. Nada disso passa por digitação manual na recepção.
Do primeiro treino ao aluno de verdade
Depois da aula, o interessado fica numa fila com situação: compareceu, não compareceu, está pensando, entrou. O acompanhamento fica registrado no nome dele, com data do último contato, então ninguém é abordado duas vezes nem esquecido por uma semana. Quando ele decide ficar, entra na turma a partir da ficha que já existe, com o histórico da experimental junto.
Recursos relacionados
Uma ficha por pessoa, com tudo que ela treinou dentro dela.
A semana montada uma vez, com professor e capacidade em cada turma.
As mensagens saem sozinhas dos eventos que o sistema já conhece.
O aluno reserva a vaga. A academia sabe quem vem e quem sumiu.
Próximo passo
Vamos ver como isso fica na sua operação
Conta quantos alunos você tem e como cobra hoje. A gente responde o que muda e o que não muda.