Equipe e permissões: cada função vê o que precisa ver
Cada pessoa da equipe entra com o próprio acesso e vê o que a função pede.
Uma senha compartilhada é a política de acesso da maioria
Em muita academia existe um login só, com a senha conhecida por todo mundo que trabalha lá. Isso significa que ninguém sabe quem alterou o quê, e que a prescrição de um aluno pode ser mudada sem deixar autor. Quando alguém sai do time, a única resposta possível é trocar a senha e avisar todo mundo de novo. É frágil por construção.
Acesso por função, não por combinado
Cada pessoa da equipe tem o próprio acesso, ligado à função que ela exerce. O professor trabalha com as turmas dele, a lista de presença e a prescrição dos alunos que atende. Quem cuida da recepção mexe em cadastro, agenda e comunicação. A configuração da operação fica com quem responde pelo negócio. O que cada um faz fica registrado no nome dele.
Entrada e saída de gente sem sobressalto
Contratar é convidar por e-mail e escolher a função. Desligar é revogar o acesso, e o efeito é imediato — sem trocar senha de ninguém mais, sem revisar o que ficou aberto. O histórico do que aquela pessoa fez continua no lugar, o que importa quando é preciso reconstruir uma alteração meses depois.
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Próximo passo
Vamos ver como isso fica na sua operação
Conta quantos alunos você tem e como cobra hoje. A gente responde o que muda e o que não muda.