Plano alimentar ao lado da prescrição de treino

A outra metade do resultado, no mesmo cadastro do treino.

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A terceira ferramenta da mesma pessoa

O aluno já tem um lugar onde treina, uma planilha de avaliação numa pasta e um caderno de cargas. Quando entra acompanhamento alimentar, entra mais um: um PDF mandado no WhatsApp, um aplicativo separado, uma folha impressa. Nenhum deles sabe o que o aluno treinou na semana, quanto ele correu no sábado ou que ele veio de um microciclo de volume alto. A orientação acontece no escuro em relação à carga de treino.

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Prescrição alimentar junto do resto

O plano alimentar é registrado no cadastro do aluno, ao lado do treino prescrito, do que foi executado e das avaliações antropométricas. Quem orienta enxerga o volume da semana, os dias mais duros do microciclo e o que a avaliação mostrou desde a última revisão. O aluno abre um app só e encontra as duas coisas no mesmo lugar, na mesma linguagem.

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O resultado deixa de ter metade explicada

Quando treino e alimentação estão no mesmo registro, a conversa sobre um resultado que não veio para de ser especulação. Dá para ver o que foi prescrito dos dois lados, o que foi seguido e o que a avaliação capturou no período. Para a academia que oferece nutrição, é também um serviço que passa a ter continuidade em vez de virar um documento entregue uma vez.

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