A avaliação é feita por protocolo, e o protocolo é o que dá valor ao número. Medidas colhidas sempre nos mesmos pontos, pelo mesmo método e em condições parecidas produzem uma série comparável; medidas soltas, tomadas de forma diferente a cada vez, não produzem nada além de uma sensação.
A partir das medidas estimam-se percentuais de gordura e de massa magra por equações específicas. É importante tratar esses valores como estimativa: métodos diferentes chegam a resultados diferentes para a mesma pessoa no mesmo dia, e por isso não se deve comparar um resultado obtido por um método com outro obtido por outro.
O uso correto é acompanhar a direção, não perseguir o número. A balança sozinha esconde o que interessa — alguém pode manter o mesmo peso e ter trocado gordura por massa magra —, e é justamente essa troca que a avaliação revela.