As zonas transformam um número absoluto de batimentos em intensidade relativa, o que permite comparar atletas diferentes entre si e o mesmo atleta em dias diferentes. Modelos de cinco zonas são os mais comuns, indo do esforço muito leve, sustentável por horas, até o máximo, que dura poucos minutos.
A referência escolhida muda a precisão. Zonas calculadas sobre uma frequência máxima estimada por fórmula de idade são aproximações grosseiras, porque a variação entre pessoas da mesma idade é grande. Zonas construídas sobre a frequência de limiar, medida em teste, descrevem muito melhor o ponto em que o metabolismo do atleta muda de regime.
A leitura tem atraso: a frequência demora a subir no começo do esforço e permanece alta depois que ele termina. Em estímulos curtos ela é um indicador ruim, e é por isso que intervalados costumam ser prescritos por ritmo ou por esforço percebido, enquanto treinos longos e contínuos são prescritos por zona.